O ano de 2020 vai terminar com uma alta inflação,
principalmente e relação aos alimentos. Em 2021, temos que nos preparar para
aumentos nos preços na Conta de Luz, transporte público, alimentação, entre
outros.
Abaixo está o trecho do Artigo publicado no site
g1.globo.com:
“No ano, o combustível de maior peso na renda das famílias mais pobres acumula alta de 21,9% no atacado, acompanhando o aumento da cotação internacional e a variação do dólar.
Ainda nesse fim de ano, a Aneel (Agência Nacional
de Energia Elétrica) surpreendeu a todos, ao antecipar para dezembro a
reativação da bandeira vermelha nas contas de luz, gerando uma cobrança
adicional de R$ 6,24 para cada 100 KWh (quilowatt-hora) consumidos.
Antes disso, a ANS (Agência Nacional de Saúde
Suplementar) determinou que o reajuste de planos de saúde adiados em 2020 sejam
aplicados a partir de janeiro de 2021, de forma diluída, em 12 parcelas. Esse é
um aumento de preços que pesa mais para a classe média (...).
Inflação
dos mais pobres
‘Esse ano, a inflação dos mais pobres ficou bem mais alta do que a geral, por conta de alimentos’, observa Maria Andreia Lameiras, economista e pesquisadora do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Segundo o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, a inflação da população de renda muito baixa chegou a 5,33% no acumulado de 12 meses qté outubro, comparada a alta de 3,92% no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), indicador oficial de inflação do país, no mesmo período”.
Fonte: https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/12/07/passei-a-cozinhar-com-carvao-como-a-inflacao-deve-afetar-os-mais-pobres-em-2021.ghtml Acesso em 10/12/2020.